
Esta quarta-feira foi praticamente só de lançamentos de curta metragem no Centro Cultural Banco do Nordeste Sousa.
Com a mostra dos filmes premiados no último festival Aruanda, o CCBNB - com apresentação do cineclubista TROFÉU NEPPAU MELHOR CURTA PARAIBANO: O Contador de Filmes Diassis Alecrim(membro do cwc)- trouxe para o sertão paraibano filmes que certamente daqui há uns 15 anos ainda não chegariam pelas correntes do inverno corrente nem dos próximos.
Fazemos questão de falar em correntezas uma vez que estes filmes não transitam pelas ondas televisivas, nem seus diretores são amigos de nós - cinéfilos ou não - sertanejos.
O fato é que, com esta parceria - Centro Cultural BNB Sousa, Fest Aruanda e Cineclube Walter Carvalho, a cidade sorriso teve acesso a filmes que estão rodando o Brasil todo.
É o caso de "O acaso e a borboleta" que está circulando em festivais de animação Brasil afora; "É muita areia pro meu caminhãozinho", que traz uma paisagem maranhense e mostra costumes de comunidades próximas dos lençõis maranhenses; "1.21" que tem uma fotografia muito criativa e que certamente servirá muito de referência em festivais de curta-metragem.
Contamos, enfim, com uma diversidade de gêneros, atores, diretores e estados brasileiros bem representados nesta Mostra.
Quer os filmes nos agradem ou não, todos são referências pra quem tem interesse em conhecer a nova safra de curtas nacionais. Como diz a ditado: Quem perdeu, perdeu!
Outra observação a ser notada é a atuação de nossa paraibana mais premiada mundo afora: Dona Marcélia Cartaxo, que atua no filme chamado "Feliz Desaniversário". Houveram comentários de que esta atriz - que encarnou a Macabéa nA Hora da Estrela - não foi tão bem neste curta paraibano, onde atuou junto com Luiz Carlos Vasconcelos, outro grande nome do cinema e do teatro made in PB.
Seguindo a noite de lançamentos, veio o filme que também guardava uma expectativa positiva, e se confirmou: o curta de Elinaldo Rodrigues, vencedor do TROFÉU NEPPAU MELHOR CURTA PARAIBANO: O Contador de Filmes.
É realmente um dos melhores trabalhos produzidos recentemente em nosso estado, que tem documentário no DNA, como diz o Lúcio Vilar. A história do protagonista cinéfilo que dá nome ao filme é realmente de chamar a atenção de todos, ao ponto de ser registrado numa participação do programa de Jõ Soares;
Foi com as histórias de 15.000 filmes assistidos por Ivan que a Mostra foi encerrada.
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